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Estamos gravando a 4ª Temporada do Programa Chefs do Apetite. Empresas interessadas em apoiar culturalmente, ou em fazer parcerias, por favor, entrem em contato pelo Cel/Whatsapp (11) 9 9986-2438.
A lucratividade de um negócio de alimentação está no não desperdício, sobretudo, na compra bem feita, no comprometimento dos colaboradores, na produtividade alcançada em escalas de trabalho planejadas etc.
Evite tropeços na hora de buscar um serviço adequado de comunicação para o seu empreendimento

 

 
 Artigo Chefs do Apetite

O líder criativo e justo

 

Gestores que valorizam o trabalho dos membros de sua equipe, certamente, alcançam retornos positivos e se aproximam mais de suas metas do que os castradores da liberdade de expressão e do pensamento

30/03/2016
Texto: Wagner Sturion. Foto: freeimages.com
 por Wagner Sturion
 
O que você entende por comportamento organizacional? Como se sentem os colaboradores de uma empresa que promete, mas não cumpre; que cobra, mas não dialoga; que admite, mas não permite; que exige, mas não orienta; que calcula, mas não motiva; que lucra, mas não compartilha? De que maneira organizar uma empresa em que os gestores propõem os processos, entretanto não implementam; exaltam a qualidade, entretanto não a compreendem; aplaudem a responsabilidade social, entretanto não se responsabilizam; discursam sobre políticas ambientais, entretanto não preservam o meio em que vivem e convivem?
 
O que faz um ambiente ser bom ou ruim para se trabalhar? Por que determinados afazeres parecem ser leves no início e passam a ser um fardo em pouco tempo? Qual o motivo das horas parecerem poucas em um dia inteiro de trabalho? Para que meias verdades nos corredores e nos departamentos se o que se prega é a transparência? Quando os que se destacam e são beneficiados estão apenas interessados em promoções e aumentos salariais, qual a razão do comprometimento coletivo? Se a empresa prefere a divisão de tarefas e não o compartilhamento das ideias, de que forma esse reparte ao meio pode unir os colaboradores em prol da missão, da visão e dos valores?
 
A questão não é onde se quer chegar. É onde se quer estar. A linha de chegada sempre pressupõe a acomodação após se completar ou se vencer uma prova. A ideia de se estar no início, no meio, no final, ou mesmo de se ter a possibilidade de reiniciar a corrida para o sucesso coloca a equipe e o colaborador, frequentemente, à disposição da vitória. O desafio é a ferramenta para as boas iniciativas. O reconhecimento das ideias inovadoras multiplica a dedicação empreendedora. O trabalho em equipe é consequência de estratégias motivacionais. Quem está seguro de sua importância e de suas atribuições não precisa competir com o trabalho do outro. E o companheiro de trabalho, com certeza, assim como todos, também estará em luta por uma causa maior, a organização.
 
Toda empresa que almeja a lucratividade investe no desenvolvimento humano. Ela cumpre o que foi prometido na contratação e oferece oportunidades de crescimento profissional aos seus colaboradores. Sua comunicação externa é um reflexo dos diálogos produtivos de sua equipe internamente. As responsabilidades coletivas se espelham nas individuais, impulsionadas pela crença da empresa em seu colaborador. A produtividade não é exigida e, sim, orientada. Meta atingida, ganho global. Contudo, participação nos lucros não é fator principal de motivação, afinal o que diz respeito ao salário é sempre um direito sagrado. Se o empreendimento lucrou é justo que o colaborador obtenha porcentagem desse resultado, ou não? Na verdade, o foco de toda motivação deve estar sobre o bem-estar do trabalhador. Sendo a empresa uma extensão do lar, não é justo que os colaboradores consigam sentir essa ligação? 
 
O que motiva a satisfação? Que vantagens são oferecidas para que as pessoas vistam a velha história da “camisa da empresa”? Gestores que valorizam o trabalho dos membros de sua equipe, certamente, alcançam retornos positivos e se aproximam mais de suas metas do que os castradores da liberdade de expressão e do pensamento.  A educação e o respeito continuam em alta nas boas organizações. Nas relações humanas, os líderes sábios apostam na simpatia, no talento e na admiração como ferramentas construtoras de uma cultura organizacional sólida.
 
Talento é ou não é algo intrínseco ao ser humano? Então, incentivá-lo, administrá-lo, resgatá-lo, divulgá-lo é tarefa constante de quem gerencia. Quando o colaborador tem a chance de demonstrar a sua capacidade e é visto pela chefia e colegas de trabalho como um profissional talentoso, a produtividade e o comprometimento tendem a aumentar. Essa valorização do talento individual e, consequentemente, da equipe estimula a admiração ao próximo nos vários departamentos e níveis hierárquicos. É uma maneira simpática de conduzir a gestão da responsabilidade e do conhecimento, eliminando qualquer impressão negativa de poder, ampliando o exercício da liderança transparente e criativa. 
 
Wagner Sturion é editor e apresentador do Programa Chefs do Apetite. Também é professor, assessor de comunicação e consultor na área de foodservice. Cel.: (11) 99611-6097. wagnersturion@chefsdoapetite.com.br 

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EM BREVE!

Livro Amor Compartilhado, Sabor Redobrado - Receitas para o bem comer, elaboradas pelo chef Daniel Sene

 

 

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